Jornalistas fizeram volta de reconhecimento

Os jornalistas portugueses acreditados para a cobertura do 53.º Estoril Open de Portugal de Golfe, patrocinado pelo Turismo Estoril e pelo Turismo de Portugal, tiveram ontem oportunidade de fazer uma volta de reconhecimento ao percurso do Oitavos Dunes, onde a prova se realizará de 2 a 5 de Abril.

Essa oportunidade aconteceu no âmbito da já tradicional Nené Novais Press Cup, competição que se destina a homenagear um jornalista pioneiro na divulgação do golfe no nosso país. No final, prevalecia a opinião generalizada sobre as excelentes condições em que o campo se encontra.

 A prova – disputada em stableford, sistema de pontos acumulados ao longo dos 18 buracos, considerando as bonificações de handicap – foi ganha por Joaquim Monteiro (39 pontos), que assegura assim um lugar no Pro-Am, que no dia 1 de Abril antecede o Open de Portugal. Luís Nogueira Pinto (36) e Valdemar Afonso (34) classificaram-se, respectivamente, em segundo e terceiro lugar.

 Os troféus foram entregues por Peter Adams, representante da PGA (Professional Golf Association) e director do Open de Portugal, Duarte Nobre Guedes, presidente do Turismo Estoril, e Frederico Champalimaud, director do Oitavos Dunes.

 Durante o almoço que antecedeu a Nené Novais Press Cup, Duarte Nobre Guedes destacou a importância do golfe, sublinhado que está na base de 15 por cento das dormidas na zona de influência do Turismo Estoril e que tem, no conjunto da economia nacional, um peso crescente que se estima já em 1,2 por cento da riqueza gerada todos os anos (sensivelmente 1,8 mil milhões de euros). O presidente do Turismo Estoril explicou ainda que a aposta no golfe concorre para dois objectivos estratégicos da indústria do turismo: combater a sazonalidade de uma oferta centrada apenas no sol e na praia e atrair visitantes com elevado poder aquisitivo.

Ao longo dos próximos dias, vai ficar definido o quadro dos participantes no Open de Portugal de Golfe, estando assegurada a presença dos melhores jogadores do circuito europeu. Pela primeira vez desde 2004, nenhum português conseguiu garantir o acesso directo ao principal quadro competitivo da prova, mas 11 jogadores (sete profissionais e quatro amadores) têm a possibilidade de obter, no somatório dos dois primeiros dias, a pontuação necessária para continuar em prova – o chamado cut, sistema que mantém nos terceiro e quarto dias da competição apenas cerca de metade dos jogadores que a iniciam.

 

António Matos

Assessor de Comunicação

 

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